O quadro”O Grito” é uma obra de arte do pintor norueguês Edvard Munch, datada de 1893. A obra representa uma figura andrógina num momento de profunda angústia e desespero existencial. O pano de fundo é a doca de Oslofjord (em Oslo) ao pôr-do-sol. Considerada uma das obras mais importantes do movimento expressionista, adquiriu um status de ícone cultural.

Edvard Munch (1863-1944) frequentou a Escola de Artes e Ofícios de Oslo, vindo a ser influenciado por Courbet e Manet. Foi um dos precursores do expressionismo alemão.

O expressionismo foi um movimento cultural de vanguarda surgido na Alemanha, no século XX. Nasceu de indivíduos que estavam mais interessados na interiorização da criação artística do que na sua exteriorização, projetando na obra de arte uma reflexão individual e subjetiva. Ou seja, a obra de arte é reflexo direto do mundo interior do artista expressionista.

Por se tornar um ícone cultural, “O Grito” se popularizou e tornou-se um dos quadros mais reproduzidos. Andy Warhol, nos anos 80, realizou uma série de trabalhos dedicados à obra de Munch que incluiu uma reinterpretação de “O Grito” (imagem central). E até nos episódios de Os Simpsons a obra foi utilizada como referência. Em uma delas, o roubo da pintura foi satirizado!!

E diante disso, a obra merecia todo o destaque e reconhecimento!!
A única das quatro versões de O Grito, do pintor norueguês Edvard Munch, que permanecia na mão de colecionadores particulares, acaba de ser vendida no leilão realizado pela casa Sotheby’s em Nova York, por US$ 119,9 milhões (R$ 230,5 milhões)! Gritante!!!!!

Com o valor, a obra se torna a mais cara já vendida em um leilão, ultrapassando os US$ 106,5 milhões de Nu, folhas verdes e busto, de Pablo Picasso.

Foi vendida pelo colecionador norueguês Petter Olsen, cujo pai era amigo e apoiador do artista. Ele planejava abrir um novo museu na Noruega.

A competição fervorosa entre sete interessados levou o preço ao recorde para uma obra de arte, em leilão, em apenas 12 minutos!! Foi arrematada por um comprador anônimo.

Simon Shaw, diretor do leilão organizado pela Sotheby’s, afirmou à Agência Efeque que a obra do pintor norueguês “define a modernidade e é instantaneamente reconhecível, porque é uma das poucas imagens que transcendem a história da arte e que têm um alcance global, superado apenas pela Mona Lisa”.
Incrível!!!!!!!
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